quinta-feira, 28 de maio de 2015

5 Dicas para Começar uma Atividade Física

Quem está na luta contra a balança e já deu o primeiro passo para vencer essa batalha, mudando alimentação e investindo em alimentos mais nutritivos e menos gordurosos, sabe que é cedo ou tarde será necessário tirar o corpo do sofá e começar a fazer alguma atividade física. Afinal, sem atividade física podes até emagrecer, mas o corpo fica flácido e as gorduras estrategicamente localizadas não irão embora tão cedo!

Claro que muitas pessoas sofrem com um inimigo tão poderoso quanto a gula, que impede de movimentar o corpo e deixar o conforto da cama ou do sofá de lado: a preguiça! Verdade seja dita, a preguiça impede qualquer pessoa de iniciar uma atividade, fazer uma viagem interessante, sair de casa ou qualquer outra coisa que envolva esforço e planejamento. E contra inimiga tão poderosa as únicas armas disponíveis é força de vontade e muita determinação e para dar aquela força separamos algumas dicas importantes para ajudar quem está sempre a ponto de iniciar uma atividade física que nunca começa, confira:


Tenha uma fonte de inspiração

Ter uma meta de onde quer chegar é importante, por isso pode usar alguém como fonte de inspiração para alcançar seus objetivos. E se o teu objetivo é voltar a ter o corpo que tinha a alguns anos atrás melhor ainda, se inspire em ti e pense que já teve aquele corpo uma vez, então a genética esta a seu favor e podes voltar a tê-lo.

Vá com calma

Claro que qualquer atividade física é boa para fortalecer a musculatura e queimar gordurinhas extras, mas é preciso conhecer suas limitações e começar devagar, afinal, se você se machucar terá que esperar mais tempo para voltar a malhar, por isso respeite o limite do seu corpo. Comece sua rotina de atividades com um exercício mais leve, como por exemplo, as caminhadas, onde você pode alterar o ritmo do exercício de acordo com as suas possibilidades, nada de começar em um exercício de alta intensidade de cara, pois os riscos de se machucar são maiores.

Escolha um exercício que se adapte ao seu dia a dia

Claro que atividade física é importante, mas não podemos esquecer de que cada um tem sua rotina e compromissos marcados diariamente, por isso, para não abandonar os exercícios o ideal é escolher atividades que não batam de frente com a sua rotina diária e que você possa ter um intervalo entre sair do trabalho e ir para a academia. Se exigir demais no inicio podes ficar esgotado e desistir da atividade física já no começo.

Leve uma companhia
ter alguém para acompanhar e conversar é uma boa opção para ter gosto pela atividade física.
Fazer atividades físicas com alguma companhia agradável é uma boa dica para não abandonar o exercício, afinal, um incentiva o outro e se cria um compromisso de sair e fazer exercícios em determinado horário.

Se não fizer um dia, faça no outro

As vezes um imprevisto acontece ou a preguiça bate forte e fica difícil sair de casa ou ir a academia, mas nada de deixar esse motivo te derrubar, afinal, se hoje não deu para ir, amanha a presença deve ser certa! Por isso, nada de sabotar o exercício se um dia não puder comparecer, a dica é sacudir a poeira e começar tudo de novo!





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Fonte: corpoemdieta

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Descubra como Pintar na Falta de um Compressor



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terça-feira, 26 de maio de 2015

Como Fazer um Delicioso Bolo de Mármore




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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como Substituir Maus por Bons Hábitos

Deixar de fumar é difícil. Em vez de eliminar esse hábito é mais fácil substituí-lo por outro melhor e mais saudável. E não desista, porque em média demora cerca de dois meses para haver uma mudança efetiva de hábitos no dia-a-dia, explica a revista Time.

Reconhecer

Reconhecer que existe de fato um comportamento recorrente e que se tornou num mau hábito é o primeiro passo.

Ao aceitar e ter consciência desse comportamento a primeira estratégia a implementar é reduzir a sua variabilidade tornando-a constante: não tente deixar de fumar repentinamente, comece por fumar sempre o mesmo número de cigarros por dia.

Descobrir o que desperta os vícios
Agora que já reconhece os seus maus hábitos torna-se possível entender o que é que os desperta. É stress, fome, ansiedade, medo?

Substituir
Depois das duas situações anteriores estarem controladas e serem reconhecidas torna-se possível substituir o comportamento que teria antes por um novo, mais benéfico.




Mas não é preciso fazer uma mudança radical, pelo contrário. A mudança deve ser progressiva, consistente, e o processo tem que assentar em "pequenas vitórias" que devem ser devidamente reconhecidas.

Manipular o ambienteO auto-controlo é uma das maiores mentiras sobre o processo de mudança de hábitos. Está numa situação frágil, não confie em si mesmo.

Esconda e deite fora tudo que possa despoletar o comportamento que está a tentar mudar.

Uma boa técnica é espalhar cartazes e sinais pela casa a lembrar do que não deve e do que deve fazer.

Não desistir

Está provado que mudar um hábito demora em média 66 dias. Por isso, quando os primeiros dias parecerem difíceis não desista, precisa de aguentar mais de dois meses para ver resultados.


Fonte: dinheirovivo

Como Alterar a Morada no Título de Propriedade Automóvel pela Internet

Se tem necessidade de alterar a morada no título de propriedade automóvel  e ainda tem o título de registo de propriedade e o livrete do automóvel irá descobrir que os dois documentos irão ser fundidos num só. Na realidade qualquer alteração a um destes dois documentos será pretexto suficiente para a emissão do documento único automóvel (também chamado certificado de matrícula) que os substituirá.

Mas como pedir a mudança de morada (residência ou sede da empresa no caso de um veículo detido por uma empresa)? Uma das hipótese para alterar a morada no título de propriedade automóvel é o tradicional recurso às visitas aos balcões regionais do Instituto Nacional de Registos e Notariado incluindo as várias lojas do cidadão existentes. Outra mais expedita mas que pressupõem algumas condições de partida é o recurso ao sítio Automóvel Online.

Se tem o Cartão do Cidadão, o PIN de autenticação, um leitor para o cartão e já instalou o software adequado ao seu sistema operativo (pode pesquisar nesta página e descarregar a versão correta do software do cartão do cidadão) tudo se simplifica. Bastará escolher a opção que se ajusta à alteração ao registo de propriedade que quer fazer e preencher os formulários que lhe serão apresentados no computador. Terminado esse processo restar-lhe-á pagar os emolumentos utilizando o código de multibanco que lhe é indicado e está feito. Poderá utilizar um serviço de homebanking (banca direta via computador) para pagar e dar sequência ao processo. Ao fim de alguns dias o novo documento ser-lhe-á entregue na morada de residência que indicou no sistema.

Mas tome nota, não se esqueça de garantir que cumpriu todos os passos. Por exemplo, ter o cartão do cidadão,  o respetivo PIN e o leitor pode não ser suficiente. Sem o software adequando instalado pode não conseguir concluir o processo online.
É provável que em breve o serviço Chave Móvel Digital esteja também disponível.



Como Limpar o Forno

Como fazer:
  1. Certifique-se que o forno está desligado e frio.
  2. Espalhe o limpa forno pastoso com o pincel pelas laterais, a base, o teto, parte superior e a porta. O limpa forno já vem com um pincel aplicador preso na tampa por dentro.
  3. Leia o “Modo de Usar” do limpa forno para ver quanto tempo deve deixar o produto agir.
  4. Na parte de vidro da porta polvilhe bicarbonato de sódio e umidifique com vinagre branco.
  5. Deixei agindo, tanto o limpa forno, quanto a pastinha de vinagre com bicarbonato, por 30 minutos.
  6. Com a bucha vá esfregado por todo o lugar onde você colocou o produto, não precisa esfregar muito forte.
  7. Passe a bucha também no vidro que vai limpar todinho sem esforço.
  8. Depois de esfregar por todos os lados, passe um pano húmido para retirar o produto e pronto.

Observação 1 – Use luva de borracha para manusear o limpa forno
Observação 2 – Não use o limpa forno nas partes eléctricas
Observação 3 – Não é necessário esfregar com força ou raspar
Minha conclusão:
Nunca limpei o forno de maneira tão facilmente como dessa vez, sem aquela agonia de esfregar, raspar e etc. Para mim, pareceu um milagre quando passei a bucha na parte de vidro onde só tinha o vinagre e o bicarbonato e o vidro saiu limpinho, como novo.
O que notei é que se o forno não estiver muito sujo, como o meu estava, a mistura de vinagre e bicarbonato é suficiente para desincrustar a gordura e limpar direitinho todo o forno.
De quanto em quanto tempo devo limpar o forno?
Não tem um tempo certo, quando vê que está ficando sujo e amarelado, limpe. Ou se derramou alguma coisa, como o bolo que você colocou numa forma pequena e transbordou, ou fez um assado e respingou pelo forno todo, então limpe.
E o forno autolimpante como faço?
Nada do que eu disse acima se aplica para o forno autolimpante. Para limpar o forno autolimpante basta um pano húmido sem nenhum produto. Cuidado, não use nenhum produto messsmo, senão você vai estragar o revestimento especial que tem no forno e ele vai perder a função autolimpante.
Fonte: aquinacozinha

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Guia para se Livrar do Vício do Telemóvel

Não passa sem o telemóvel? Podes estar a sofrer de Nomofobia, uma espécie de angústia provocada pela impossibilidade de comunicar através do telemóvel.

É uma realidade, o telemóvel tem um papel importante na nossa vida. Comunicamos através dele, partilhamos informação e este pequeno aparelho electrónico permite-nos estar contactáveis a qualquer hora do dia. Mas devemos usá-lo como uma "ferramenta" e não como "um instrumento de evasão".

O jornal espanhol El Pais desenvolveu um plano de emergência para resolver este problema. Consiste num programa de 19 passos.

Desligar o telemóvel uma hora, ou duas, antes de dormir. Aproveite para pôr a conversa em dia com a companheira, família ou colegas de quarto.

Ligar o telemóvel, todos os dias, um pouco mais tarde. Usar o telemóvel faz parte de uma rotina. O ato de atender o telemóvel mal nos levantamos da cama deve ser contrariado.

Faça por esquecer o carregador, ocasionalmente - Caso não seja possível, não o carregue ou esconda a bateria. 

Em silêncio -
O telemóvel sempre em silêncio. Nem deve vibrar quando chegar uma mensagem. Desta forma diminui a vontade de o usar. 

Use outros dispositivos.
Se gosta de ouvir música opte por usar um leitor de mp3.
Fora do campo de visão. Aconselha-se que arranje um lugar fixo para o telemóvel, para saber onde está, mas longe de si. 

Peça ajuda à sua família - Família e amigos devem estar do seu lado. Podem colocar o seu telemóvel em silêncio ou esconder o carregador. Pelo menos, até que o vício enfraqueça. 

Não o use na casa-de-banho. Adquira novos hábitos, como as leituras no WC: catálogos de supermercado, rótulos de produtos que estejam à mão e até revistas, ajudam. 

Deixe o telemóvel em casa. Evite levá-lo, ou então, usá-lo em lugares de lazer, ao ar livre, como parques, piscinas, praias ou montanha. 


Ignore o Whatsapp. Consulte apenas esta aplicação no final do dia. É suficiente.
Cuidado ao conduzir. Coloque o telemóvel no porta-luvas e desfrute da rádio.
Televisão, é melhor. A televisão é uma forma de contrariar o uso do telemóvel. Se mesmo assim não resultar, leia um livro. 

Terapia de grupo. Há muitas pessoas que sofrem de nomofobia. Falar em grupo pode ajudar a ultrapassar este problema de "evasão". 

À antiga. Use um aparelho antigo como um daqueles "tijolos" sem acesso à Internet e com uma câmara rudimentar. Com a falta de funcionalidades, não sentirá necessidade de usá-lo. 

Chegar a um sítio por acaso e conhecer alguém. O telemóvel tirou-nos algo importante: a espontaneidade. Conhecer sítios novos, porque sim, e conhecer pessoas para "deitar conversa fora" ou até mesmo para namoriscar era algo que costumávamos fazer. 

Decore 20 números da lista telefónica. É difícil decorar números mas este é um bom exercício. 

Frequente espaços onde o uso do telemóvel é proibido. O showrooming, ou seja, usar o telemóvel num espaço físico para comprar algo online, é proibido em muitas lojas. 

E se usar o telemóvel da empresa? Existem aplicações que o ajudarão a usar o telemóvel só durante o horário laboral. Faça "refresh" da caixa de correio, apenas, de 30 em 30 minutos. 

Olhos nos olhos. Será que nos esquecemos de conversar com alguém olhando-o nos olhos? Lembre-se: "Stop Phubbing" e ligue-se ao melhor dispositivo que existe: o ser humano. 


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sábado, 9 de maio de 2015

Papas de Sarrabulho à Moda de Braga

  • 1 galinha (caseira de preferência) com cerca de 3 kgs. de
  • carne limpa (sem ossos, pernas, pescoço, asas e miúdos)
  • sangue da galinha
  • 2kg de carne da veia
  • 1 Kg. de fressura (ou colada) - coração, fígado e bifes de porco
  • 1/1,5kg osso velho da suã, toscamente partido (ou na falta deste 1 pernil fumado)
  • 1 salpicão
  • 250grs. de presunto
  • 800 grs. de toucinho magro
  • 2 chouriços de carne
  • 1 chouriça de sangue, pouco usada
  • 36 pães de trigo, se possível feitos no dia (não de massa congelada), bem secos (±4 dias)
  • limões
  • cominhos
  • sal
  • pimenta branca/preta, moída
  • sangue de porco coagulado (seco), significado de sarrabulho, ao critério do cozinheiro, para dar + ou -cor escura

"Boneca" de Especiarias
(pequeno saco de pano ralo)
  • 10 cabeças de cravinho da Índia
  • 20 grãos de pimenta branca/preta
  • 1 noz moscada
  • salsa
  • 8 dentes de alho grosseiramente esmagados
  • 3 folhas de loureiro
  • 1 cebola média
  • hortelã-pimenta
  • Há quem não junte a hortelã e há também quem separe o loureiro e a salsa e junte os cominhos

Descrição


De Véspera
1.º - Coloque numa panela todas as carnes, incluindo o sarrabulho, juntas com a "boneca",deitando água até as cobrir e deixe cozer bem, até as mesmas ficarem aptas a desfiar;
2.º - Desfie as carnes muito, mas muito, fininhas e triture a fressura. Reserve os ossos (que antes foram partidos grosseiramente em pedaços), pele c/alguma gordura, pernas, asas, pescoço e miúdos da galinha,couratos e restos de gorduras e carnes, para ferver com água para acrescentar às papas, se necessário; A água da cozedura é passada num coador, para retirar qualquer bocado de osso;
3.º - Corte os pães em pedacinhos muito, mas muito, pequenos (para evitar serem notados nas papas quando fervidas);

No Dia de Serem Servidas
1.º - Põe-se a ferver a água que foi coada;
2.º - Colocar o pão já partido e mexer (p.f. não junte farinha!!), sem parar, com uma colher de pau;
3.º - Junte as carnes,sem parar de mexer;
4.º - Tempere com sal e rectifique a pimenta, se necessário;
5.º - Deixe cozer ± 1 hora, mexendo sempre até engrossar, com a colher de pau e com um garfo vá retirando os pedaços maiores de pão e esmague-os, para não borbotar; Há quem, depois de fervido, passe muito por alto, a varinha mágica, para desfazer o pão que não foi bem partido.

6.º - Quando ficarem espessas deite o sangue (líquido) da galinha (quanto mais sangue, mais escuras ficarão), mexendo sempre e deixe ferver alguns segundos.Há quem não adicione este sangue.
7.º -   Adicione o sumo de dois limões. Há quem deite um cálice de vinho do Porto.

Na Mesa, Servidas na Panela/Púcara de Barro para não arrefecer
1.º - Polvilhe com cominhos a gosto.
2.º - Sumo de limão, a gosto.
Acompanhamento  (que muitos dispensam depois das papas!!)
1.º - Rojões à moda do Minho, fritos com pingue (banha de porco).
2.º - Tripa enfarinhada de porco, frita e redenho (ou redanho), muito bem frito.
3.º - Farinhato (ou farinhote) frito, às rodelas.
4.º - Sangue de porco frito.
5.º - Fígado de porco frito.
Há quem também acompanhe com uma pequena quantidade de:
6.º -   Batatinhas pequenas alouradas e/ou castanhas.
 Nota: As papas de sarrabulho podem ser guardadas na arca frigorífica, para mais tarde saborear!


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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Descubra as Diferenças: Robôs de Cozinha

Num mercado até agora dominado pela Bimby, surgem novos concorrentes de peso  e a um terço do preço.
A Yammi, do Continente, foi a primeira a declarar guerra à gigante alemã. Uma jornalista da VISÃO testou as duas máquinas de cozinha, para perceber o que as distingue


À primeira vista, são um sonho tornado realidade para qualquer família atarefada. Basta atirar os ingredientes para dentro de um copo, carregar nuns botões e voilá: está feito o jantar. Infelizmente, não é bem assim. Utilizar uma máquina de cozinha requer quase sempre o mesmo tempo (ou até mais), que os processos tradicionais. E, para grande desilusão minha, continuamos a ter de descascar cebolas.


Contudo, estas máquinas que moem, pulverizam, picam, trituram, cortam, emulsionam, amassam, misturam, aquecem, fervem, refogam, salteiam e cozem a vapor são muito cobiçadas. Em Portugal já foram vendidas 225 mil Bimbys e centenas de vendedores fecham, todos os dias, novos negócios. Mas o longo reinado da máquina da empresa alemã Vorwerk, que teve início em 1970, poderá estar a chegar ao fim. Depois de surgirem máquinas concorrentes, como a da Taurus, a Vorwerk instaurou processos judiciais em vários países, por violação de patentes. Contudo, o último caso, julgado este ano em Espanha, foi desfavorável à marca germânica: os juízes entenderam que, 40 anos depois, as suas inovações podem ser utilizadas por outros fabricantes. Digamos que, um pouco como sucede no mundo farmacêutico, já é permitido produzir genéricos.

E aí estão eles, entrando em força no mercado português: depois do lançamento da Yammi, do Continente, na semana passada, até final de outubro está prometida a chegada da Chef Express, do Pingo Doce.

Se a vida te dá limões...

Poderá uma máquina que custa um terço da líder de mercado fazer o mesmo que a original? Eis o desafio que tenho sobre a mesa da cozinha. De um lado, a Bimby: mais pesada e robusta, tecnologicamente avançada, com um design apelativo. Do outro, a Yammi: mais leve e comprida, com um painel simplificado de funções e materiais mais modestos.


Parecem diferentes mas um olhar mais atento descobre as semelhanças: os acessórios da Yammi (lâminas, espátulas, etc.) são cópias exatas dos da Bimby e até as receitas dos seus livros parecem passadas a papel químico.


Comecei por ligar a máquina da Vorwerk para fazer a famosa limonada que as vendedoras da marca apregoam como "a melhor do mundo". O livro de instruções diz que basta colocar dois limões, 100 gramas de açúcar e um litro de água no copo e ligar a máquina apenas por um segundo... Desconfio mas, de facto, foi o que bastou para os frutos ficarem desfeitos. Cuidado com esta lâmina, é só o que vos digo.

A limonada é realmente boa (e melhor ficou com um pouco de hortelã). Avanço para uma sopa de tomate com feijão-verde e ovos escalfados, o que obriga à montagem dos tabuleiros da cozinha a vapor. Tudo funciona bem e as instruções são fáceis de seguir mas o processo demora 45 minutos... Começo a perder energia para lavar todas as peças e cozinhar outro prato. Opto, por isso, por fazer uma massa de pizza (só 5 minutos) e, enquanto a deixo levedar, confeciono um doce que fica sempre bem no frigorífico: lemon curd.

O ponto deste doce de origem britânica é delicado e a Bimby passa no teste com distinção, misturando os ingredientes com a necessária gentileza.

Se nunca cozinharam numa Bimby, notem bem o que implica seguir uma receita:

Lemon Curd

Ingredientes: 160 g açúcar, 2 limões, 60 g manteiga, 2 ovos

Coloque no copo o açúcar e pulverize 20 seg/vel 9.

Junte as cascas de limão, só a parte amarela, e rale 15 seg/vel 9.

Adicione a manteiga, o sumo dos limões e programe 1 min/vel 2.

Junte os ovos e misture 10 seg/vel 4.

De seguida programe 7 min/80ºC/vel 2.

Confesso que tanto pára e arranca durante as receitas não me agrada. Mas é com este tipo de instruções precisas que estas máquinas transformam qualquer nabo num cozinheiro (o mérito, contudo, passa a ser do robô, não vale puxar pelos galões).

Mãos na massa

Está na hora de testar a Yammi e opto por cozinhar uma sopa de favas com coentros, ansiando pela textura aveludada de que os fãs destas máquinas tanto falam. Mas, embora duplique o tempo de trituração sugerido, subsistem pedaços da casca daqueles legumes em cada colherada (sucedeu o mesmo com sopa de tomate, cozinhada na Bimby). Nada que um velhinho coador não resolva. Tento, depois, que a máquina se redima, criando algo que persigo há anos, sem sucesso: a massa perfeita para rissóis. Quem já tenha andado às voltas com uma bola de farinha e água dentro de um tacho sabe como é uma tarefa penosa. Já para não falar nas horas de pancada que a massa exige, para que fique elástica e tenra. O livro de receitas promete-me este Graal da cozinha portuguesa em 5 minutos. Blasfémia?

A Bimby tem uma função específica para esta tarefa (o modo Espiga), que não existe na Yammi. A diferença é visível, no final da confeção: no copo da máquina alemã tenho uma bola uniforme; na versão chinesa, uma mistela esfarelada (isto sucede, porque a lâmina que mistura os ingredientes corta-os em vez de os amassar). Contudo, depois de moldadas com as mãos e estendidas com um tradicional rolo da massa, ambas ficam com o mesmo aspeto.

O teste final virá a seguir. Depois de recheados com pescada, passo os rissóis por ovo e pão ralado e largo-os, com expectativa, no óleo fervente.

À primeira dentada (versão Bimby), viajei no tempo. Era este o sabor dos rissóis da minha infância. À segunda (versão Yammi), comprovei o que já antecipava: empate técnico. As duas massas ficaram deliciosas. Foi nesse momento que eu, eterna resistente à entrada destas máquinas na cozinha, revi a minha posição: sim, seria capaz de me habituar a isto.

Mas qual escolher? A resposta não é simples. Equipará-las é tão injusto como comparar um carro topo de gama com um utilitário. Basta notar que a Bimby tem excentricidades como uma "caixa negra" que, tal como sucede nos aviões, regista todos os movimentos efetuados, para um correto diagnóstico, em caso de avaria...

Se ignorarmos o preço, a Bimby é superior. Mas, em última análise, só quem compra saberá que voltas precisa de dar na sua cozinha.

Como foi realizado o teste?

A jornalista utilizou máquinas de cozinha cedidas pelas marcas, durante uma semana, sem que existissem contrapartidas editoriais ou comerciais pela realização deste teste comparativo. A Bimby não se vende em lojas e o aconselhamento personalizado, em casa do cliente, é um dos seus pontos fortes. A Yammi compra-se no supermercado, sem outras explicações além das impressas no manual de instruções. A VISÃO solicitou, por isso, que a Bimby fosse entregue sem a demonstração usual, para garantir igualdade de tratamento entre as marcas. Foram realizadas receitas semelhantes nas duas máquinas. 


Fonte: visao.sapo

terça-feira, 5 de maio de 2015

Birras - como lidar com elas?

Cada birra tem que ser tratada de forma diferente em função da causa. Se a criança está triste ou desapontada com alguma coisa, mais do que ser punida, precisa de conforto e de nos ouvir dizer que compreendemos a sua tristeza. 

Quem tem filhos com idades entre 1 e 3 anos e nunca se confrontou com uma daquelas birras que deixam o pai mais sereno e calmo fora de si? De facto, as crianças nesta idade são especialistas neste tipo de comportamento, até porque rapidamente se apercebem que, com estes ataques de mau génio, conseguem de nós a atenção que querem a cada momento. 

As birras são mais um dos comportamentos que fazem parte do processo desenvolvimento de cada criança. Antes dos 2 anos, as crianças começam a desenvolver o sentimento de si, a experimentar a importância de se tornarem independentes e de terem algum controlo sobre o meio e as pessoas que a rodeiam. A nível do temperamento, cada criança tem também as suas características específicas, havendo, por isso, crianças com mais predisposição para birras do que outras. 

Comportamentos como chorar, gritar, pontapear, atirar-se ao chão são muitas vezes a forma que a criança encontra de exprimir o seu cansaço, stress, frustração, desconforto ou simplesmente a necessidade de nos ter por perto. As crianças são muito sensíveis a acontecimentos de vida, que por muito insignificantes que sejam aos nossos olhos e ao nosso sentir, podem ser causa de uma grande frustração e tristeza à sensibilidade de uma criança. Importa, pois, que estejamos atentos e avaliemos, antes de mais, a situação para perceber o que provocou a birra. Cada birra tem que ser tratada de forma diferente em função da causa. Se a criança está triste ou desapontada com alguma coisa, mais do que ser punida, precisa de conforto e de nos ouvir dizer que compreendemos a sua tristeza. 





As birras não tem que ser vistas como maus comportamentos e podem até converter-se em ótimos momentos de educação. Para sair da situação embaraçosa em que nos vimos envolvidos perante as birras das nossas crianças, tente alguns destes truques, que podem ajudar a controlar a situação: 

Respire fundo e mantenha a calma, só assim poderá raciocinar claramente. Antes de exigir que a criança se comporte de uma determinada maneira, deve ensinar-lhe e explicar-lhe o tipo de comportamento que espera dela. Um jogo só pode ser jogado se previamente todos os jogadores conhecerem e integrarem as regras. Ensinar comportamentos positivos ou desejados a uma criança requer tempo e paciência. Quando a criança apresentar o comportamento desejado deve ser elogiada. 

Explique à criança que há situações em que não se faz o que nos apetece. Há alturas em que temos de dizer não e não é por ela fazer birra que vamos mudar de opinião. Mas mostremo-nos satisfeitos quando a criança exibe os comportamentos positivos. Se a criança está com um comportamento de birra pode optar por ignorar e continuar a fazer o que estava a fazer, sem lhe prestar grande atenção. Não deixe a criança sozinha se for pequena, mas criança mais velhas (idade escolar) podem ser mandadas para o quarto até se acalmarem. Pode optar por outras estratégias: Baixe-se ao nível da criança e diga-lhe com clareza e alguma firmeza para parar de chorar ou gritar. Se a birra continuar tire a criança do local onde se encontra. Esta pode ser uma boa opção se estiver em locais públicos. Uma outra forma de lidar com estes comportamentos é distrair a criança com outras coisas. Pode-se oferecer um objeto ou fazer outra atividade para que a criança esqueça a frustração da proibição. Deixe que a criança aprenda que a birra tem um "preço" e se ela insiste nesse comportamento tem que acarretar com as consequências (pode perder um privilégio, ou qualquer outra coisa, mas não se esqueça de que a criança deve previamente saber quais as consequências do seu comportamento). Quando a criança começa a dar sinais de que tudo está a passar devemos mostrar-lhe a nossa satisfação. Devemos elogiar o comportamento positivo e evitar repreensões depois de a tempestade ter passado, até porque a criança pode ficar muito vulnerável e precisa de sentir que o nosso amor por ela é independente do "bom" ou "mau" comportamento.




Fonte: infopedia
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