terça-feira, 31 de março de 2015

Como Ajudar os seus Filhos a Estudar Melhor?

- Muita organização
Veja o que o seu filho tem de lição de casa e qual a data de entrega. Ajude-o a organizar o tempo e evite que ele acumule as tarefas.


- Sem dar as respostas
Se seu filho tiver uma dúvida, ajude-o, mas não responda por ele! O melhor é dar dicas para que ele pense e chegue à própria conclusão.



- Nada de Barulho.
Desligue a televisão e o rádio e tente eliminar sons que possam atrapalhar a concentração.
- Luz e conforto.
O bem-estar é super importantes. Verifique a temperatura, a iluminação e a ventilação do ambiente. Quanto mais confortável ele estiver, melhor!
- Tudo Arrumado
Organize e deixe limpo o local definido para seu filho fazer a lição.
- Boa postura
O jeito como o seu filho se senta na hora da lição pode ajudar ou atrapalhar. No chão, no sofá ou na cama ele não ficará bem. Prefira que ele se sente em uma cadeira em frente a uma mesa, com o cotovelo na altura do tampo.
- Antes de começar
Para a lição para afiar o lápis ou pegar um livro em falta, não é bom! Por isso veja se todo o material que ele vai ter de usar está à mão!
- Momento especial
Fala coisas parecidas com a lição do seu filho. Enquanto ele faz contas, que tal rever o seu orçamento semanal? Evite fazer algo que pareça mais “interessante”.



- Disposição em alta
Na hora da lição seu filho precisa estar bem disposto. Ou seja: não pode estar cansado, com fome, irritado, distraído… O melhor neste caso é resolver o problema primeiro.
- Combine as regras da lição
Converse com o seu filho e combine com ele uma rotina para a lição de casa. Onde ela será feita, em que horário, quanto tempo vai durar, etc…
- Valorize o esforço do seu filho
Mostre que se interessa pela lição, mesmo que não conheça o conteúdo. Peça diariamente que ele lhe explique o que aprendeu de novo na escola.
- Incentive-o o rever a lição
Criança costuma ter pressa, quer acabar logo a lição para poder brincar. Ensine o seu filho a, sempre, rever o que fez – sejam contas ou textos.
- Estimule, mas não ensine
Muita coisa mudou desde que saiu da escola. Por isso não tente ensinar a matéria do seu jeito. Isso pode confundir o seu filho. Ensinar é tarefa do professor.
- Acompanhe a correcção da lição
Veja se a lição foi corrigida. A falta de correcção destimula o aluno. Ele entende que o esforço não valeu a pena. Se isso acontecer sempre, converse com o professor.




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segunda-feira, 23 de março de 2015

Sabe Como Pedir Isenção de Imi? Veja se Tem Direito

Os proprietários cujo rendimento do agregado familiar seja inferior a 15.295 euros e o valor patrimonial da sua habitação própria permanente seja inferior a 66.500 euros podem solicitar isenção de IMI à Autoridade Tributária até 30 de junho.

Esta isenção está incluída no artigo 48º do Estatuto dos Benefícios Fiscais, e pode ser requerida junto da Autoridade Tributária, numa altura em que, durante este ano, termina a cláusula de salvaguarda, que permitia que as famílias com menores rendimentos vissem o seu imposto de IMI ser atualizado num máximo de 75 euros por ano. Agora, os aumentos podem ir, em certos casos pontuais, até aos 500%, embora a média ronde os 40%.




A ALP alerta que esta possibilidade de isenção é «do desconhecimento generalizado da grande maioria dos proprietários e será da maior relevância para as famílias economicamente mais desfavorecidas, que ficam particularmente desprotegidos com a abolição da cláusula de salvaguarda do aumento faseado do imposto, a par do escandaloso aumento do valor a pagar decorrente da reavaliação dos valores patrimoniais tributários da generalidade dos imóveis», diz a associação dos proprietários lisbonenses em comunicado de imprensa.


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quarta-feira, 18 de março de 2015

Tens dúvidas sobre como funciona o E-Fatura?

2015 marca o início da entrada em vigor do diploma sobre a Reforma do IRS. E é também um ano de viragem em relação à forma como os contribuintes acompanham as suas obrigações fiscais, no que diz respeito ao IRS. Por exemplo, até agora, os contribuintes reuniam ao longo do ano em dossiers, envelopes ou pastas todas as despesas aceites pelo Fisco para ajudar a abater no IRS. Essas despesas eram recolhidas ao longo de 12 meses e só quando chegava o momento da entrega de declaração de rendimentos relativa a esse ano é que os contribuintes separavam essas despesas e inscreviam esses encargos no famoso Modelo 3.

A partir deste ano a situação será diferente. Desde o início de fevereiro, altura em que foi reformulado o Portal das Finanças e a área do E-Fatura, que os contribuintes podem acompanhar online, e em qualquer momento, a evolução dos montantes de todas as deduções a que têm direito e os montantes que serão abatidos no seu próximo IRS. Saiba então como deve proceder. Leia também o artigo “Reforma do IRS: Tudo que muda a partir de 2015”
Como funciona o E-Fatura?

O E-Fatura é um site autónomo do Portal das Finanças que foi lançado em 1 de janeiro de 2013, no âmbito da introdução do benefício fiscal e que permite às famílias deduzirem no seu IRS cerca de 15% do IVA suportado em despesas relacionadas com quatro setores de atividade (restauração, cabeleireiros, oficinas e estabelecimentos de hotelaria). Através deste portal, os contribuintes podem acompanhar o valor do incentivo fiscal a que têm direito e inserir no sistema as faturas que não forem comunicadas ao Fisco.

No entanto, desde este ano que os consumidores podem utilizar este portal não só para acompanharem a evolução do benefício fiscal do IVA a que têm direito, mas também a evolução de todas as deduções aceites pelo Fisco no que diz respeito às despesas de saúde, educação, habitação, lares e despesas gerais familiares. Isto porque todas as despesas que os contribuintes efetuam nestas categorias são automaticamente comunicadas à Autoridade Tributária. Cabe depois aos serviços das Finanças imputar as despesas na área pessoal de cada contribuinte no E-Fatura. Leia também o artigo: “Tudo o que pode ganhar se pedir fatura”



O que tenho de fazer?

Para que as despesas sejam aceites pelo Fisco, os contribuintes terão de pedir as faturas com o seu número de contribuinte. Isto é importante, porque caso não procedam desta forma, as faturas não são contabilizadas para o cálculo das deduções.

Além disso, os contribuintes deverão acompanhar periodicamente na sua área pessoal do E-Fatura, para perceberem se todas as despesas que efetuaram foram realmente comunicadas ao Fisco e se há alguma fatura que está pendente. Isto é: Faturas que o sistema não conseguiu identificar a que categoria de despesas pertencem. Assim, os contribuintes deverão entrar no E-Fatura, inserir a sua palavra passe (que é a mesma senha de identificação usada para aceder ao Portal das Finanças) e o seu número de contribuinte. Depois devem dirigir-se à categoria “Consumidor” e selecionar a opção “Verificar Faturas”, onde poderão visualizar as despesas que estão pendentes e classificá-las numa das categorias disponíveis. Uma nota importante: Segundo o entendimento da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), para validar as despesas de saúde e educação dos filhos, os pais deverão pedir uma senha de acesso ao Portal das Finanças, em nome dos dependentes. Leia também o artigo: “Como validar as despesas no E-Fatura”

E se as despesas não aparecerem?

Este é um ponto fundamental porque as despesas não aparecem imediatamente no portal E-Fatura. Recorde-se que as empresas têm de comunicar ao Fisco as faturas emitidas até ao 25 do mês seguinte ao momento da compra. Isto significa que se um consumidor realizar compras de supermercado no dia 20 de março, a empresa tem até ao dia 25 de abril para comunicá-las à Autoridade Tributária, pelo que só a partir dessa data estarão disponíveis no Portal.

Além disso, existem algumas despesas que dão acesso a deduções (Ex: rendas pagas aos senhorios) que poderão apenas aparecer no portal do E-Fatura no final do ano, ou no limite, no início do próximo ano.

Por estas razões - e também pelo facto das famílias poderem validar as despesas realizadas em 2015 até ao início de 2016 - Ana Cristina Silva, consultora da OTOC, recomenda aos consumidores alguma calma e aconselha a que aguardem algum tempo antes de tomarem a decisão de registar à mão uma fatura que não encontram na sua área pessoal do E-Fatura. “O registo da fatura pelo contribuinte adquirente só deve ser realizado em situações excecionais. Ou seja, quando o agente económico não cumpriu com o seu dever de comunicação da fatura emitida. Mas mesmo que o agente económico comunique a fatura fora do prazo previsto na lei (mas a tempo de ser validada para efeitos de entrega da modelo 3), a fatura assim comunicada continua a ser válida para a dedução em IRS”, explicou a consultora da OTOC em declarações recentes ao Saldo Positivo. Leia também o artigo: “Já sabe quando tem de entregar o seu IRS?”

Se as despesas estiverem mal categorizadas, o que devo fazer?

Este é um dos pontos que está a causar mais dúvidas e mais problemas junto dos consumidores: despesas que supostamente deveriam estar inseridas numa categoria (Ex: saúde) e que aparecem catalogadas numa categoria diferente (Ex: secção das despesas gerais familiares). Estas divergências explicam-se pelo facto de muitas entidades empresariais terem mais do que um código de atividade económica. Nestes casos, os consumidores deverão reportar a situação para as Finanças através de um email para o E-Balcão, para que a empresa atualize o seu CAE e a despesa possa ser classificada na categoria correta. Leia também o artigo “O que fazer para que todas as faturas entrem no IRS”.

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Devo ou não guardar as faturas em papel?
Esta é também dúvida comum. Em declarações à Radio Renascença, em fevereiro último, o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, referiu que os contribuintes têm de guardar as faturas apenas o tempo necessário até se certificarem de que a fatura já foi comunicada às Finanças. A partir do momento em que estiverem inseridas no sistema, os contribuintes poderão deitar as faturas fora. No entanto, segundo a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC) este ponto carece de um esclarecimento mais específico. Isto porque a norma que determina que os documentos que digam respeito às despesas dedutíveis em IRS sejam guardados durante um prazo de quatros anos não foi alterada com o diploma da Reforma do IRS. Leia também o artigo ”Como preencher o IRS em 30 minutos”.


publico.pt

Imposto Único de Circulação: Dúvidas e Respostas

Será que estou isento de pagar IUC? Conheça a resposta a algumas dúvidas sobre este imposto.

Além do pagamento do seguro, das revisões e do combustível, existe ainda uma outra despesa que os proprietários de automóveis têm de suportar: o Imposto Único de Circulação, conhecido também por IUC. Segundo as previsões que constam na proposta de Orçamento do Estado para 2015, o Estado deverá arrecadar no próximo ano perto de 315 milhões de euros em receitas com este imposto. Mas se para os cofres do Estado este imposto é uma fonte importante de receitas, para os consumidores pode ser uma fonte de problemas, principalmente, quando o veículo sobre o qual incide o IUC muda de proprietário. Tendo em conta algumas dúvidas que recaem sobre o IUC, aqui ficam cinco questões comuns sobre este imposto e cinco esclarecimentos, tendo como base o folheto informativo “Imposto Único de Circulação”, disponível no Portal das Finanças.


1. Quem deve pagar o IUC e quando se paga?

Não são apenas os veículos motorizados terrestres que pagam o IUC. Também as embarcações de recreio e as aeronaves de uso particular estão sujeitas ao pagamento deste imposto. O pagamento do IUC fica a cargo dos proprietários dos veículos em nome dos quais as viaturas se encontram registadas, ou dos locatários financeiros. O IUC é um imposto com uma periodicidade anual, sendo que o pagamento realiza-se na data da matrícula e nos respectivos aniversários. A data limite para o pagamento é o final do mês de aniversário da matrícula. Quer isto dizer que se comprou o seu carro em abril de 2009, terá de fazer o pagamento do IUC, todos os anos, até 30 de Abril.

2. Como devo pagar o IUC?

O processo pode ser feito pela internet, ou então, junto de uma repartição das Finanças. Se o fizer pela Internet, através do Portal das Finanças, deverá obter o documento do pagamento do imposto na opção “Pagar-Imposto Único de Circulação”. O processo é simples e o Fisco disponibiliza mesmo um documento elucidativo com todos os passos que devem ser dados para a liquidação do IUC. Pode consultar esse documento aqui. Depois de obtido o documento de pagamento, poderá realizar o pagamento do IUC através do multibanco, da internet, CTT, ou nos serviços das Finanças.


3. Existe alguma isenção para o pagamento do imposto?

Segundo a informação que consta no Portal das Finanças, os contribuintes portadores de uma deficiência com um grau de incapacidade total ou superior a 60% podem solicitar a isenção do pagamento deste imposto. No entanto, esta isenção só é atribuída quando estão em causa veículos automóveis das categorias A, B e E. Além disso, para poder usufruir da isenção, a incapacidade do contribuinte tem de estar confirmada no cadastro das Finanças. Até ao ano passado, os contribuintes que se encontrassem nesta situação teriam de solicitar todos os anos a isenção, mas desde 2014 que este processo foi alterado. Ou seja: agora basta que seja reconhecida numa primeira vez a isenção do pagamento do IUC, para que esta isenção se mantenha para o veículo em questão

4. Vendeu o seu veículo, mas o novo proprietário ainda não fez o registo da viatura. Como proceder neste caso?

Imagine a seguinte situação: Um consumidor vende o seu carro a outra pessoa, que não faz as alterações em termos de registo de propriedade do veículo, e como tal, o primeiro proprietário continua a ser notificado para proceder ao pagamento do IUC, mesmo que o veículo já não esteja na sua posse. Na verdade, este é um dos problemas mais comuns em torno do IUC. E neste ponto, a informação disponível no Portal das Finanças é clara: “Enquanto o veículo estiver registado em seu nome na base de dados do Instituto dos Registos e Notariado, o imposto é devido a si”.

Nestes casos, e segundo as recomendações disponíveis no Automóvel Clube de Portugal, os consumidores poderão solicitar a apreensão da viatura e aguardar seis meses. Findo esse período, os consumidores deverão deslocar-se à PSP da sua área de residência, onde lhes será entregue uma de duas declarações: ou uma declaração em conforme a viatura não foi encontrada (e assim pedir o cancelamento da matricula, deixando de estar sujeito ao pagamento do IUC); ou uma declaração que confirma que a viatura foi encontrada pela PSP (e nestas situações, os documentos do veículo ficam apreendidos, até que se efectue um novo registo de propriedade).

5. Deu o seu carro para abate, mas recebeu uma notificação para pagar o IUC. O que deve fazer?

Se realizou o abate de uma viatura, para não estar sujeito ao pagamento do IUC terá de proceder ao cancelamento da matrícula. O cancelamento “está condicionado à exibição, junto do IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes), de um certificado de destruição emitido por um operador de desmantelamento autorizado”, referem as Finanças. Nota importante: enquanto este pedido de cancelamento da matrícula não for processado e autorizado, o consumidor continua ser considerado proprietário do veículo e, como tal, terá de pagar o IUC.

Fonte: saldopositivo

segunda-feira, 16 de março de 2015

Como Poupar nas tuas Viagens de Carro?




63% dos carros transportam apenas 1 pessoa, criando problemas de trânsito e de poluição. Partilhar carro é muito mais eficiente e sustentável uma vez que aproveitas os lugares livres do teu carro.





Porta Bicicletas para Automóvel

Com este Porta Bicicletas para Automóvel já não tem desculpa para não pedalar pois poderá levar as suas bicicletas para onde quiser!
Adapta-se facilmente a qualquer tipo de carro de 3 ou 5 portas e instala-se rapidamente e sem complicações.
Protegido com espuma de alta densidade, este Porta Bicicletas nunca riscará o seu carro.
Se já tem as bicicletas, então agora é que não tem desculpa para não pedalar onde quiser e, pelo menos, desde onde quiser!

FICHA TÉCNICA

Características:
  • Leve até 3 bicicletas de viagem consigo.
  • Prático e fácil de colocar.
  • Faça as suas pedaladas desde onde quiser, agora chegar ao ponto de partida é mais fácil!
  • Protegido com espuma de alta densidade, para não riscar o carro.
  • Suporta até 40 kg
  • Tubo de aço: 20mm diâmetro
Esse porta Bicicletas pode ser adquirido em vários sites na internet.


Poderá também gostar de:

10 Coisas que Deves Fazer pelo Teu Carro


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Fonte: stock-off

terça-feira, 10 de março de 2015

Como Fazer Farinha Sem Glútem

O glúten é uma proteína que se encontra no trigo, aveia, centeio, cevada e malte e ele é o responsável pela elasticidade das massas a base de farinha, o que permite sua fermentação, assim como a consistência elástica esponjosa dos pães e bolos. Por isso não basta substituir a farinha de trigo por farinha de arroz, por exemplo, pois o resultado final dos pratos pode ser desastroso. É preciso misturar farinhas sem glúten com características diferentes, para conseguirmos chegar a uma textura semelhante a do trigo. Uma complementa a outra!

Existe no mercado farinhas preparadas prontas, mas se você não encontrar pode utilizar essas receitas abaixo.

Farinhas preparadas sem glúten

Farinha Preparada 1:
2 ¾ de xíc de farinha de arroz ( integral )
1 ¼ de xic fécula de batata ou amido de milho
¾ de xícara de polvilho doce

Farinha preparada 2:
2/3 de xic. de farinha de grão de bico
1/3 de xic. de farinha de arroz
1 xic. de amido de milho
1 xic. de polvilho ou fécula de mandioca

Farinha Preparada 3:
3 xíc de farinha de arroz
1 xíc de fécula de batata
1/2 xíc de polvilho doce
ou
240g de farinha de arroz
105 g de fécula de batata
40g de polvilho doce

Se quiser uma textura ainda mais semelhante a uma farinha de trigo, pode ser adicionado a cada xícara de farinha preparada sem glúten, 1 colher de chá de goma xantana.

1 xícara de farinha de trigo equivale, aproximadamente a:

Farinha de arroz , incluindo a integral: 3/4 de xícara
Farinha de milho: 1 xícara
Farinha de quinoa: 1 xícara
Farinha de amêndoas, avelãs: ½ xícara
Fécula de batata: ¾ xícara
Farinha de milho (mais granulada): ¾ xícara

Características das farinhas sem glúten:

Listamos abaixo as mais comuns mas você pode conhecer outras farinhas sem glúten no site da ACELPAR

Farinha de Arroz Branco

A farinha de arroz é conhecida por sua fácil e rápida digestão no organismo, muito superior à do amido de milho, o que torna a farinha de arroz especialmente indicada para alimentos infantis, idosos e pessoas com necessidades especiais de alimentação. A farinha de arroz quando usada para substituir a gordura dos alimentos, ajuda indiretamente no controle da dieta e, conseqüentemente, na prevenção de problemas cardíacos.

Farinha de Arroz Integral

É mais pesada que a farinha de arroz branco, é rica em sais minerais, carboidratos, proteínas e fibras. É obtida da moagem dos grãos de arroz integrais e por isso é possível notar a sua textura, um pouco granulada.

Dica: para que não fique com um aspecto meio gritty/granulado, adicione um pouco de fécula de batata ou farinha de tapioca.




Amido de Milho

É um hidrato de carbono, seco, em pó e sem sabor especial. O uso do amido confere às preparações consistência gelatinosa e delicada, sendo, por isso, incluído em receitas de molhos, cremes e mingaus. Ao ser levado ao fogo, deve ser mexido continuamente para evitar a formação de grumos e sofrer ação lenta do calor.

Farinha de Grão de bico ou Gram Flour ou Garbanzo Flour

Feita da moagem do grao de bico, tem um sabor de nut acentuado e geralmente não é usado sozinha em receitas. É muito comum na culinaria indiana. É rica em carboidratos mas não contem gluten.

Polvilho Azedo

O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo.

Polvilho Doce ou Fécula de Mandioca

A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena), podendo ser utilizada como espessante (molhos e mingaus) ou substituir parte da farinha de trigo nas receitas de pães e bolos, sem modificar seu sabor. Também pode ser congelada depois de incorporada ao produto final. Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos.

Farinha de Tapioca

A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma. É utilizado no preparo de cuscuz, bolo e pudim. Tapioca pérola ou sagu é um tipo de tapioca de grãos esféricos regulares. Tradicionalmente o sagu é cozido com vinho tinto e açúcar, mas também pode ser preparado com sucos de frutas (uva ou laranja) ou mesmo com leite.


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Fécula de Batata

Tem excelente propriedade em baking goods, especialmente quando combinado com ovos. É bem finininha e tem um leve sabor de batata mas fica camuflado quando usado em receitas.

Fubá ou Fubá Mimoso


O fubá é a farinha de milho obtida a partir da moagem do grão de milho. O fubá mimoso é o mais fino, utilizado na preparação de bolos e polentas. O fubá propriamente dito tem espessura média. Sempre que for fazer uma receita, primeiro misture o fubá com água fria e só depois leve a mistura ao fogo, o que evita que o fubá encaroce. O fubá é usado para engrossar sopas, molhos e mingaus e fazer bolos e broas. É ingrediente básico da polenta.

Farinha de Amendoim e de outros Frutos Secos

É obtida através da moagem do amendoim torrado e descascado(ou ainda de amêndoas, nozes, pistachios, coco, castanhas de cajú e do Pará).Esse tipo de farinha é um alimento muito completo em nutrientes, pois são ricos em proteínas, vitaminas, lipídios, carboidratos e sais minerais. Estas farinhas podem ser utilizadas no preparo de doces, bolos e pães, agregam sabor e maciez ao preparo.

Farinha de Araruta

Considerada como um alimento de fácil digestão, a fécula da araruta é usada no preparo de mingaus, bolos e biscoitos. É uma farinha com sabor neutro. Pode ser usada no lugar da farinha de tapioca e amido de milho. Caso queira substituir em receitas, aqui vai uma dica: uma colher de chá de farinha de araruta equivale aproximadamente a 1 colher de sopa de farinha de trigo.

Farinha de Banana Verde

A fruta verde é usada para fabricar a farinha que tem grande valor nutricional e é utilizada principalmente na alimentação das crianças, idosos e gestantes porque substitui o trigo mas sem conter glúten. Pode ser usada no preparo de panquecas, paes, scones, bolos, vitaminas, mingaus mas em pequenas quantidades. Devera ser usada em conjunto com outro tipo de farinha.

Dica: caso queira substituir a farinha de trigo por farinha de banana numa receita, não use mais do que ¼ do total de farinha de banana senão ficara uma pasta grudenta.

Farinha de Quinoa

Quinoa é o único cereal composto por todos os 16 aminoácidos necessários a uma vida saudável e seus componentes equivalem aos do leite materno. Não tem nenhuma contra-indicação, rico em proteínas. Combina com todos os tipos de assados incluindo bolos, cookies, pães, biscoitos. Melhor resultado se utilizada com outros tipos de farinha numa porcentagem não maior que 25%.


Durante Quanto Tempo tem de Guardar Documentos do IRS?

Durante quanto tempo tem de guardar documentos do IRS? O prazo para guardar os documentos que suportam a declaração anual de IRS é de quatros anos. Assim, durante quatro anos deverá manter disponíveis para uma eventual inspeção das finanças todos os comprovativos de rendimentos e faturas das despesas declaradas como sejam de saúde, educação, ou demais comprovativos de toda a informação declarada às finanças.

Essa obrigação deverá ser aliviada à medida que passar a haver o registo e reporte centralizado à Autoridade Tributária, algo que estará em vigor desde 2015. Ainda assim, sempre que através do portal e-fatura verifique um erro ou omissão e introduza a respetiva correção a uma fatura ou mesmo sempre que insira uma nova fatura que esteja omissa, deverá guardar esses documentos. Note que essa informação ao ser da responsabilidade do contribuinte pode ter de ser validada caso haja uma inspeção devendo assim guardá-la durante os mesmos quatro anos. As restante faturas que cheguem diretamente aos serviços das finanças enviadas pelos fornecedores não terão de ser arquivadas pelo contribuinte.



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Conheça o Novo Incentivo Fiscal ao Abate de Automóveis

O incentivo ao abate automóvel regressou, mas apenas para quem trocar o velho carro por uma viatura elétrica. Saiba como funciona este incentivo.

A par com a Reforma do IRS, no início do ano o Governo implementou uma série de medidas “amigas do ambiente”, a que chamou a reforma da Fiscalidade Verde. Com estas novas regras, o Executivo pretende reduzir a dependência energética do exterior e introduzir padrões de produção e consumo mais sustentáveis, de acordo com o Compromisso de Crescimento Verde. É no âmbito deste programa que o incentivo ao abate automóvel regressou, mas com algumas alterações. Apenas poderá beneficiar destes incentivos quem trocar o velho automóvel por uma viatura elétrica. Saiba tudo sobre o incentivo ao abate de automóveis em fim de vida.


Troque o carro velho por um elétrico

O incentivo fiscal ao abate de automóveis que entrou em vigor no início do ano apenas abrange os automóveis “amigos do ambiente”, de acordo com a portaria que regula que a Fiscalidade Verde. Com isto, pretende-se retirar da estrada as viaturas com mais de dez anos e premiar quem polui menos. Para isso foi criado um regime excecional de incentivo fiscal à destruição de automóveis ligeiros em fim de vida, que se traduz na redução do Imposto Sobre Veículos (ISV) ou na atribuição de um subsídio. O incentivo a atribuir irá variar consoante as características do veículo que adquirir.

Se comprar um veículo elétrico novo sem matrícula e der o antigo para abate, pode receber um subsídio de 4.500 euros. Se, em vez disto, adquirir um automóvel híbrido ‘plug-in’ – que tanto pode ser movido a gasolina ou a eletricidade – e der o seu velho automóvel para abate poderá ter uma redução no ISV até 3.250 euros. Já se optar por adquirir um veículo quadriciclo pesado elétrico e der o antigo automóvel para abate, terá um subsídio de 1.000 euros.


Condições para usufruir deste benefício

Para que possa usufruir deste benefício fiscal, para além de ter de trocar o carro antigo por um veículo elétrico novo e sem matrícula, o veículo a abater tem de ser propriedade do beneficiário, pelo menos, nos seis meses anteriores à data de pedido do subsídio. Para além disto, o automóvel terá de possuir certificado de matrícula há, pelo menos, dez anos, estar livre de ónus e encargos e em condições de circular pelos seus próprios meios ou, pelo menos, ter todos os componentes.

É ainda necessário que, no momento em que pede o benefício, tenha as obrigações tributárias do imposto sobre veículos e de imposto único de circulação regularizadas para todos os veículos que possua.

É ainda de referir que se comprar o veículo elétrico em locação financeira, o subsídio será atribuído ao proprietário do veículo em fim de vida, desde que esteja devidamente identificado como o locatário nos documentos.

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Onde pedir este benefício

Redução do ISV - Para requisitar a redução do ISV, no caso de adquirir um híbrido ‘plug-in’, terá de apresentar o pedido à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), acompanhado pela fatura pró-forma do veículo que irá comprar, onde conste o número de chassis e a emissão CO2, uma cópia do certificado de matrícula do veículo abatido, documento comprovativo da inexistência de ónus ou encargos e cópia do certificado de destruição.

Subsídio – O subsídio previsto para quem adquirir um veículo 100% elétrico é suportado pelo orçamento do Fundo Português de Carbono. Para requisitá-lo deve apresentar o pedido à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), acompanhado da fatura pró-forma do veículo que irá comprar, onde conste o número de chassis e a emissão CO2, uma cópia do certificado de matrícula do veículo abatido, documento comprovativo da inexistência de ónus ou encargos e cópia do certificado de destruição.

O certificado de destruição tem a validade de um ano a contar da emissão. Só pode ser utilizado um certificado em cada aquisição de veículo novo sem matrícula, sendo que, após o reconhecimento do incentivo, tem seis meses para usufruir dele, caso contrário caduca.

saldopositivo

quarta-feira, 4 de março de 2015

Saiba como Despertar o Prazer de Comer Frutas e Verduras nos Filhos

Hoje em dia pais têm uma consciência maior sobre a importância de nutrientes para a saúde dos filhos do que há 30 anos e muitos deles tem adotado uma filosofia que procura alimentos naturais e sentem-se gratificados oferecendo aos seus filhos refeições sem aditivos e ‘engrossantes.’ É sempre seguro seguir as preferências dos pediatras, mas também os instintos maternos farejam o que seus filhos precisam e quais as suas necessidades e se seguidos freqüentemente nos ampliam os horizontes sem ter que seguir dogmas prescritos.

Uma boa saúde depende de hábitos alimentares sólidos que em geral se estabelecem nos primeiros anos de vida. As crianças apreendem não somente pelo que lhes é ensinado verbalmente, mas também por imitação: observam seus pais e tentam imitá-los.

A repulsa de verduras e frutas freqüentemente repete comportamentos vistos em casa, na TV ou em casas de amigos. “Se os pais comem e mostram prazer ao ingerir verduras, saladas e frutas seus filhos tentarão imitá-los. Porém, se são feitos comentários sobre estes alimentos que os descrevem como amargos, desprazeirosos, a criança captará isto rapidamente”, explica a psicóloga Maria Capobianco
O prazer deverá acompanhar as refeições, então é importante deixar as preocupações com modos para mais tarde e incentivar o prazer na refeição. Deixá-los comer com a mão, enfiar o dedo no molho para experimentar, aguçar os sentidos e nomear os alimentos como salgado, doce, azedo, amargo, etc. Preparar comidas que eles possam pegar com as mãos, nos primeiros anos estimula as atividades motoras finas. Por exemplo, pegar ervilhas com os dedos, na posição de pinça, contar quantas ervilhas comeu. Contar histórias e tradições sobre diferentes culturas e suas diversas formas de comer. Por exemplo, os orientais que comem com “palitinhos”, os árabes que consideram que “arrotar” é um sinal que denota que gostou da comida, e assim por diante.


Neste sentido, é importante que as refeições sejam momentos descontraídos, agradáveis e prazerosas. Algumas famílias adotam filosofias alimentares bastante rígidas que a pesar de estarem baseadas em princípios saudáveis, religiosos ou naturais às vezes entram em conflito com a experiência das crianças que encontram amiguinhos que comem outras coisas. 

Geralmente as crianças costumam questionar aquilo que acontece em casa, isto não deve se tornar um peso. Ao contrário, é importante ressaltar a diversidade, que cada família escolhe filosofias diferentes. Explicar com exemplos, figuras as escolhas realizadas em relação aos alimentos ajuda a que as crianças compreendam melhor porque seus pais fazem do jeito deles.

Na medida em que a criança cresce e se torna mais autônoma ela questiona para se sentir “mais dona do seu nariz” e tenta fazer o oposto daquilo que lhe é pedido, ou seja adota uma postura “do contra”. Nestes casos, é importante tentar deslocar esta luta de forças para outra arena que não seja a alimentação.

“É natural que os filhos transgridam as dietas impostas pelos seus pais, e nestes momentos os pais precisam ser tolerantes e compreensivos, interpretando que esta discordância talvez tenha muito mais haver com uma necessidade de fugir do controle e de tentar se apropriar das suas vontades e desejos”, explica à psicóloga.

O ideal é deixar que os filhos descubram por si só qual dieta quer seguir, apesar disto despertar muita angustia nos pais, é recomendável não perder a calma, tentar mostrar para a criança as vantagens de uma ou outra dieta. A imposição tenaz de um regime alimentar pode causar transgressões escondidas e na medida em que a criança oculta muitos segredos dos seus pais o diálogo aberto e espontâneo pode desaparecer transitoriamente, e se continua a tensão entre os pais e os filhos em relação à comida, talvez o diálogo se interrompa por mais tempo, afirma a psicóloga.



Fonte: dicafeminina

segunda-feira, 2 de março de 2015

Como Ampliar o Sinal de um Roteador

Um roteador wireless tipicamente possui um alcance de aproximadamente 100 metros. No entanto, existem diversos fatores que podem diminuir o seu alcance e enfraquecer seu sinal. Interferências podem ser causadas por metal, sinais competindo com o do roteador e outros dispositivos que utilizam frequências wireless ou sem fio (tais como aparelhos celulares e fornos de microondas). Felizmente existem diversos métodos disponíveis para ampliar o sinal e a potência. Aqui vão alguns.



Telefones sem fio;
Reposicione dispositivos em sua casa que possam interferir no tráfego de dados de sua rede com frequência na faixa de 2.4GHz. Você pode comprar um analisador de redes sem fio para lhe ajudar a rastrear a fonte de interferência. Alguns dos aparelhos que podem estar causando o problema incluem:

  • Monitors de bebês ou babás eletrônicas;
  • Alarmes de Segurança;

Controle remoto de televisão;


Garagens com portas que abrem automaticamente.


Teste a intensidade do sinal do roteador com estes dispositivos. Compare os níveis de intensidade quando cada um destes dispositivos estiver ligado e desligado para determinar se eles são a causa de seus problemas com o sinal.

Método 2 de 5: Altere os Canais

Altere o canal de seu sinal. Roteadores podem enviar dados em uma série de canais, entre 1 e 11. Altere para um canal que possibilitará ao seu roteador um sinal mais limpo em meio a outros dispositivos wireless ou sem fio.

Utilize um software que analise quais redes estão utilizando quais canas e configure o seu sistema para utilizar um canal que não esteja sendo utilizado, ou pouco utilizado.

Método 3 de 5: 802.11n

Altere o modo de transmissão da rede de seu roteador. Experimente utilizar o novo padrão 802.11n caso o seu roteador suporte o mesmo. O padrão 802.11n oferece um alcance muito maior bem como mais forte se comparado ao padrão 802.11a/b/g.

Método 4 de 5: Realocar

Reposicione o seu roteador. Às vezes a solução é simples. Tudo o que você precisa fazer é encontrar um novo local para posicionar o seu roteador.
  • Levante-o tanto quanto for possível para aumentar o alcance e potência de sua transmissão.

Posicione-o próximo ao centro de sua casa ou apartamento para consegiur uma cobertura mais ampla.






Aproxime-o dos receptores, caso possível.



Mova-o para longe de qualquer metal, incluindo estantes ou prateleiras de metal, armários ou objetos comuns semelhantes.


Mova-o para longe de telefones sem fio e fornos de microondas, visto que estes operam na mesma frequência de 2.4-Ghz.


Esteja ciente de interferência externa. Mova o roteador para o mais longe que for possível da porta de seu vizinho que também possua um roteador Wi-Fi. E, caso você esteja morando em um apartamento, podem existir diversos roteadores funcionando por perto. Note: certifique-se de que você esteja utilizando um canal diferente de todos os outros. Na pior das hipóteses, o que esteja sendo menos utilizado.

Método 5 de 5: Melhore seu Equipamento

Aumente seu poder de transmissão. Cheque a documentação do roteador bem como seu utilitário de configuração em busca da possibilidade de modificar seu Xmit Power: a quantidade de poder ou energia que o mesmo está utilizando para transmitir o sinal. Geralmente você poderá aumentar este número até cerca de 50 mW. Tenha em mente que você estará correndo o risco de sobreaquecimento do roteador, podendo causar danos ao mesmo.


Substitua a antena. Desparafuse ou desenrosque e substitua a antena de seu roteador por um podelo que possua um maior alcance e potência de sinal. Nem todos os roteadores permitem que seja retirada sua antena para substituição por uma outra, mas muitos o permitem.

Instale um repetidor. Um repetidor é uma peça de hardware que funciona como um expansor de rede sem fio. O repetidor recebe o sinal de seu roteador e impulsiona-o para aumentar o alcance do mesmo.
  • Repetidores wireless são cada vez mais comuns e acessíveis, estando provavelmente disponíveis em qualquer loja de informática local ou na internet.

Instale um Amplificador Wireless. Conecte um Amplificador Wireless diretamente em seu roteador. Um amplificador pode ser mais acessível do que um repetidor visto que eles apenas precisam ampliar a força do sinal já existente, ao invés de ampliar a força e o alcance.
  • Utilize um amplificador bi-direcional para aumentar ambos, o sinal de entrada e o de saída.

Faça um refletor com papel alumínio. Note que o papel alumínio pode impulsionar o seu sinal, mas também torná-lo mais direcional.
  • Corte um círculo com o papel alumínio no interior de uma folha de papel ou folha de cartão/cartolina grande o suficiente para envolver ao redor do roteador. Se você deseja ser ainda mais extravagante, corte em formato de uma parábola rasa e deixe uma abertura para a antena em seu ponto focal.

Posicione o círculo de papel alumínio sobre o roteador.
Posicione a antena no centro do círculo ou parábola.

Dicas
  • Casas mais antigas e tradicionais possuem paredes construídas com pregos de madeira, enquanto que as construções mais atuais em prédios comerciais, shoppings e condomínios são geralmente construídos com pregos de metal nas paredes. Pregos de metal podem interferir de maneira negativa no sinal do roteador, portanto considere o tipo de seu prédio quando for diagnósticar o seu sinal.
Aviso
  • Não sobreaqueça seu roteador.
Fonte: http://pt.wikihow.com/

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